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O advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, representante da família de Marcos Kitano Matsunaga, criticou o filme “Elize: Sombras de Uma Mulher”, da Netflix, e afirmou que a produção apresenta uma versão diferente daquela reconhecida pela Justiça. Segundo ele, a narrativa de que Elize Matsunaga teria matado para evitar a própria morte não encontra respaldo nas provas analisadas durante o julgamento. “Ela não seria morta. Essa ideia é uma ficção, uma narrativa construída pela defesa dela”, declarou.
Elize foi condenada em 2016 a 16 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. O Tribunal do Júri rejeitou a tese de legítima defesa apresentada no processo. Ela está em liberdade condicional desde 2022, e a defesa não havia comentado as críticas feitas pelo advogado da família de Marcos até a publicação da matéria.

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